
A nossa história
Uma trajetória que começa em 2008
2008
O quintal abre para o samba de raiz
O Projeto Escuta o Cheiro iniciou em 2008 como um projeto mensal que resgata o formato das rodas de samba de fundo de quintal, fora de locais públicos e por meio de grupos de samba e bambas convidados que recebem músicos e cantores especiais para cada edição. Acompanham pratos de baixa gastronomia, uma natureza exuberante, e uma recepção calorosa da equipe da casa. O Samba de Raiz acontece sempre no terceiro domingo do mês, das 12h às 18h30.
2016
Nasce o Forró do Escuta
Em 2016 foi criado e aplicado o Projeto Forró do Escuta, no qual investimos no resgate da cultura popular, valorizando os músicos tradicionais, sem projeção artística para a grande mídia, e que acontece no primeiro domingo do mês.
2018
Diploma Noel Rosa
O Projeto Escuta o Cheiro recebeu em 2018 o “Diploma Noel Rosa” pela Câmara Municipal de Campinas. Homenagem à história e vivência do Escuta o Cheiro no samba da cidade!
2023
Ponto de Cultura e Lei Paulo Gustavo
Em 2023 o Escuta o Cheiro foi reconhecido pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, como sendo Ponto de Cultura. E foi agraciado pelo Edital de Fomento 02/2023 – Audiovisual. Ação cultural apoiada com recursos da Lei Paulo Gustavo do Ministério da Cultura do Governo Federal.
2024
Diploma de Mérito Cultural Guilherme de Almeida
Em 2024 Marcio Belardini recebeu da Câmara Municipal de Campinas o “Diploma de Mérito Cultural Guilherme de Almeida” por sua colaboração à cultura de Campinas.
Registros preservados da trajetória




O cheiro que dá nome à casa
Os eventos agregam uma culinária que desperta uma riqueza de sensações para o paladar de sabores diversos. Essa culinária tem inspiração em pratos tradicionais da cozinha caipira, quilombola e tradicional familiar. O Escuta o Cheiro recebeu o Certificado de Excelência reconhecido com o selo de recomendação do Restaurant Guru, um dos sites de gastronomia mais populares do mundo, com mais de 30 milhões de usuários por mês.

Diplomas, selos e reconhecimento institucional




Porque esse nome?

“escuta o cheiro seus difunto!”
“O Projeto Escuta o Cheiro já deixou de ser “projeto” há muito tempo. Aliás, só foi “projeto” por uns cinco minutos entre alguém dizer “Vamos fazer?!” e a hora que cada um correu para um lado para buscar bumbo, feijão, toucinho, tomates, cuíca, cavaco, cachaça, cadeiras, mesas, alho, cerveja, Clara Nunes, Cartola, açúcar, paio, amendoim, saladas e voltaram com tudo isso e mais alguns amigos e um monte de alegria.
“Pra quem não conhece a história do Escuta o Cheiro, faço aqui um parêntesis para explicar… Cinco amigos se juntaram para criar essa bonita roda de samba. Carla Fiori, Tatiana Braga e Paula Ubinha se encarregaram do batuque na cozinha, Marcio Belardini abriu seu quintal e dividiu com a gente suas jabuticabeiras e o Silo Sotil juntou um monte de gente boa para fazer a música de qualidade.
E no dia 19 de outubro de 2008 eles juntaram os amigos e a nossa história começou, olha só que pequenininho que era comparado com hoje em dia: Batizamos o Projeto de Escuta o Cheiro não só porque tem samba bom e comida boa de fundo de quintal. Seu Jardel Almeida, pai da Paulinha e da Tatinha e de mais 6 meninas bonitas, sobrinho-neto da Chiquinha Gonzaga, usava esse termo toda vez que ia pro fogão fazer comida boa, um dos seus grandes prazeres e, quando o caldo engrossava e vinha aquele cheiro bom, ele chamava todo mundo: “escuta o cheiro seus difunto!” Pra quem teve o privilégio de conhecê-lo, essa era uma das melhores horas da convivência com o “Seu Jardel”. Saudade imensa que a gente tem “daquele véio #@*!^ *# *&5@“! benfaz”.
por Tatiana Braga
O que acontece no Escuta
Fotografias preservadas do acervo publicado pelo Escuta o Cheiro. Histórico de algumas realizações no espaço, incluindo programação e resultados alcançados desde 2008:
- Música
- Dança
- Teatro
- Literatura
- Artes visuais
- Cultura popular
- Cinema
- Gastronomia
- Patrimônio cultural
- Eventos
- Oficinas
- Carnaval
- Projetos especiais
O Projeto já recebeu na área de literatura vários lançamentos de livros como “7 Poemas para 1 amor” de Sebastian Marques, “Mal sabe a lua” de Lucas Limberti, “Casa Nua” de Cesar Póvero. Recebeu uma edição do “Feijoadown”, duas edições do Festival de Orquídeas, Capoeira Cordão de Ouro, Quarteto de Cordas Vocais, Dança do Ventre e Dança Indiana por Patrícia Lima, a Cia Tomara que não chova, Grupo Tecer Mundo, Dom Arthur, “Samba para mais de metro”, Edinho Silva/Tio Beiço, Paula Sanches, Anaí Rosa, Douglinhas Aguiar, Bruno Ribeiro, Ivaci Oliveira, Reunião de Bacana, Armando Boreli, Zé Paraíba, Nelsinho Fidelis, Pagode da Vó Tiana, Carlota, Bateria “A Ruidosa”, Maurinho de Jesus, Forró Maria Lua, Enok Virgulino, Grupo Bafafá, Marcelo Modesto, Paulo César Augusto Morais, Juliana Alves, Neuza Mahlow, Vera Lima, Pagode da Vó Tiana, Efraim Silva, Denise Maher, Coisa de Zé, Wanderley Monteiro, Pegada de Gorila, Thaís Nogueira, Grupo Alvorada, Reunião de Bacana, Forró DiCasa, Nãnãna da Mangueira, Bruna Volpi, Carla Fiori, Tatiana Braga, Sinuca de Bico, Helder Bittencourt “ALEGRIA É COISA SÉRIA”, Bloco Nem Sangue nem Areia, Thiago de Souza, Silo Sotil, Paula Ubinha, Daniele Rossi, Lu Salles, Chef Mané – Manoel Alves Filho, Urucungos Puitas e Quijengues, Comunidade Jongo Dito Ribeiro, Quarteto de Cordas Vocais, Trio Dona Zefa, Comunidade Samba da Vila, Aureluce Santos, Serelepe, Balaio de Baião, as Baianas da Escola de Samba Império da Casa Verde, Oficina de iniciação musical, O Brechó no Escuta, o ator/bailarino João Butoh, Ana Piu, Cia de Teatro “Último Tipo” e as exposições de artes plásticas de Alê Santana, Agostinho Gomes e de fotografias de Ralf Henze.

