na nossa casa todo mundo é bamba!

por tatiana braga para o projeto escuta o cheiro

Portas abertas e que satisfação em receber vocês, queridos amigos e novos amigos, que vêm nos visitar de domingo a tarde!
Além de vocês,gente bamba, a roda tava pra ninguém botar defeito! Agradecemos a presença do nosso querido convidado Zeza Amaral e sua simpática esposa, daquele monte de sambistas costumeiros como os rapazes elegantes do QCV, do Pagode da Vó Tiana, Nigrito, Helder Bittencourt e mais o tom das rosas do jardim: Sally, Bruna Volp, Martina Marana e Helena Porto. Muito obrigado de novo e mais uma vez por terem vindo passar um tempo de alegrar o coração conosco! Esperamos que tudo tenha estado a contento pra que vocês saissem daqui com o pé direito na segunda-feira!

Novidade! No quase pra completar dois anos de encontros felizes, o Projeto Escuta o Cheiro ramifica e recebe com muito prazer, pra fazer parte do time que pensa e proporciona tudo isto daqui, as amigas queridas Dani e Lu! Isso mesmo neguinho, as “tias do samba”,que já comandam o batuque da cozinha há alguns meses, agora completam oficialmente o time pra te receber cada vez melhor!

Dá só uma olhadinha nas fotos que a Denise fez pra nós só pra ficar com vontade de vir de novo!

forte abraço!

































“No brinquedo também está de certo modo compreendido o samba – que é, naturalmente, sobrevivência de ritual de casamento, dado o ar contidamente erótico que conserva. Como o batuque, é uma dança ímpar, executada no meio de uma roda, que igualmente canta, bate palmas e toca tambores, pandeiros, cuícas, caixinhas e chocalhos.(…) No samba, o dançarino fica no meio da roda, acompanhando a música com uma ondulação característica de todo o corpo e, em especial, das ancas e do ventre, com expressões muito harmoniosas de braços, em gestos ora um tanto exaltados, ora de uma grande suavidade. Por fim, aproxima-se de um dos parceiros, diante do qual desenvolve com mais expressão todos os seus jogos rítmicos, num dos quais, o parafuso, o corpo, como acompanhando uma hélice interior, vai-se reduzindo, pouco a pouco, em altura, até deixar o dançarino quase sentado no chão; em seguida, desenrola-se até a altura comum, sem nunca perder nem interromper o ritmo da música.”
Cecília Meireles

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